Transição energética deve ser justa e cautelosa

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Uma transição energética cautelosa e justa,tendo em conta os direitos dos trabalhadores e das comunidades locais ,poderia ser a fórmula para sintetizar a posição dos membros do Grupo de Trabalho EZA, coordenado pela socióloga Susana Santos do CFTL/BASE-FUT, que ontem reuniu no Auditório Municipal da Quinta das Pratas, no Cartaxo.

O Grupo, constituído por sindicalistas  e animadores sociais da França, Roménia,Alemanha, Espanha e Portugal,considera  fundamental que os processos  de transição se façam de forma adequada, tendo em conta os direitos dos trabalhadores, nomeadamente de participação, e as condições objectivas de cada país, articulando os interesses nacionais com os direitos das populações locais.Ou seja, a transição para ser justa deve ser operacionalizada num quadro de diálogo social genuíno com a participação das organizações de trabalhadores e dando especial atenção ao impacto no emprego e condições de trabalho dos trabalhadores das unidades eventualmente a encerrar ou a reconverter.

O Grupo de Trabalho, apoiado pelo EZA e pela Comissão Europeia, reuniu no âmbito do Seminário internacional  sobre «O papel da regulação do trabalho e da proteção social na concretização do Pilar Europeu dos Direitos Sociais» promovido pelo Centro de Formação e Tempos Livres (CFTL) e pela BASE-FUT e  que decorre hoje e amanhã naquela localidade ribatejana.

 

 

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